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Segunda Muestra de "Juventude Transformando com Arte" 2008 - Rio de Janeiro
A Mostra Brasil Juventude Transformando com Arte se fundamenta em duas fortes convicções: que arte e cultura são instrumentos potentes de transformação social; e que o Brasil é um país que transborda expressões artísticas, inclusive em seus mais distantes rincões. Para dar vazão a esse talento e evidenciar esse potencial, a Mostra Brasil abre as cortinas de um tradicional teatro do Rio para apresentar manifestações artísticas de grupos e projetos sociais, originários de diversos Estados brasileiros. Durante os dias de apresentação, o evento também busca criar momentos de intercâmbio e reflexão sobre arte e cultura e a realidade social brasileira e possibilita a interação entre grupos participantes, artistas amadores e profissionais. Os espetáculos noturnos acontecem em espaços privilegiados com a melhor qualidade técnica disponível, proporcionando acesso ao público em geral e especialmente aos moradores das comunidades populares.
A Mostra Brasil Juventude Transformando com Arte faz parte de uma iniciativa mais ampla, chamada Programa Juventude Transformando com Arte. É concebido e realizado pelo Centro de Estudos de Políticas
Públicas (CEPP), instituição sem fins lucrativos com sede no Rio de Janeiro, que atua desde 1991 na formulação, pesquisa e avaliação de políticas públicas e projetos sociais, nas diversas áreas, entre elas arte e cultura.
A 2ª EDIÇÃO DA MOSTRA BRASIL JUVENTUDE TRANSFORMANDO COM ARTE
A 2.a edição da Mostra Brasil será realizada de 31 de maio a 4 de junho de 2008. As atividades previstas são:
Espetáculos noturnos
Serão 3 noites no palco do Carlos Gomes, um dos mais importantes e tradicionais teatros do Rio de Janeiro, reunindo diversas linguagens e expressões artísticas de vários pontos do Brasil: música, dança, circo, teatro, poesia e manifestações populares. Cada apresentação tem curta duração como forma de dar espaço para mais grupos. Haverá apresentações individuais de cada conjunto de artistas e, no final, um espetáculo de criação conjunta vai misturar linguagens, pessoas e culturas. A programação da Mostra é feita pelo CEPP em conjunto com curadores, convidados a cada edição.
Estima-se reunir nesta nova edição, cerca de 400 jovens e artistas que representam as diversas culturas espalhadas pelo país. Parcerias com outros teatros e centros culturais da periferia do Rio de Janeiro e municípios vizinhos, ampliarão o acesso aos espetáculos, fazendo com que as apresentações circulem por outros espaços da cidade.
2º Seminário Juventude,Cultura e Desenvolvimento
Um dia inteiro de debates irá reunir jovens, artistas, educadores e coordenadores de projetos sociais para refletir sobre arte e cultura e transformação social. Os temas levados ao seminário são abrangentes, plurais e inter-relacionados, permitindo sua exploração através de diferentes abordagens e propiciando a troca de idéias a partir de olhares e práticas diferentes, suas implicações e tendências na intervenção política sobre a realidade social. O formato do encontro envolve a participação ativa dos jovens, relatando suas experiências, refletindo e debatendo sobre as questões que afetam suas vidas e suas comunidades. Estima se reunir em torno de 180 pessoa.
Oficinas de intercâmbio
As oficinas acontecerão em dois dias, com jovens e educadores dos projetos participantes da Mostra Brasil e convidados de outros projetos sociais, em especial do Rio de Janeiro. Serão programadas também visitas a projetos sociais e espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro, objetivando a integração e a troca de experiências, bem como a ampliação do universo cultural dos jovens participantes.
Exposição fotográfica Caravanada Imagem
A exposição é uma mostra das fotos realizadas pelo fotógrafo argentino Luis Abregu, que registrou grupos artísticos de projetos sociais nordestinos, como parte do Mapeamento de experiências Sociais com Arte e Cultura no Nordeste, realizado pelo CEPP com o apoio da Fundação Kellogg. Na abertura da exposição será lançado o livro Caravana da Imagen
Convidados internacionais
Mais uma vez a Mostra Brasil contará com a presença de convidados internacionais: a Rede Latino-Americana de Arte e Transformação Social (RAyTS), e visitantes europeus, buscando ampliar as possibilidades de intercâmbio com festivais internacionais.
Patrocinadores e Apoiadores
Já estão confirmados os patrocínios da Petrobras, via Lei Rouannet, e da Light, utilizando a Lei de Incentivo do ICMS. Contará, ainda, com o apoio da Fundação Avina e da Fundação Kellogg, instituições parceiras desde o início da construção deste projeto. Os parceiros da Mostra Brasil terão suas logomarcas estampadas em todos os materiais de divulgação do evento, em diferentes mídias: televisão, rádio e mídia impressa, como ocorreu na 1.a edição.
PROGRAMAÇÃO
31 de maio a 4 de junho de 2008 Rio de Janeiro – RJRealização e Coordenação:Angela Nogueira e Beatriz Azeredo (Centro de Estudos de Políticas Públicas – CEPP)
Apoios confirmados: PETROBRAS / LIGHT
Curadores: Carlos Cavalcanti, Karen Acioly, Maria Eugênia Mollet
Programa Juventude Transformando com Arte
Contribui para fortalecer e divulgar grupos e projetos sociais, voltados ou liderados por jovens brasileiros e suas manifestações artísticas e culturais.Desenvolve atividades em três eixos:
Geração de conhecimento – Mapeamento de Experiências Sociais com Arte e Cultura; Abertura de espaços para divulgação – Mostra Brasil Juventude Transformando com Arte; Promoção de intercâmbio
La Muestra Brasil Juventud Transformando con Arte se sostiene en dos fuertes convicciones: que arte y cultura son instrumentos potentes de transformación social y que Brasil es un país que transborda expresiones artísticas, incluso en sus rincones más distantes. Para expresar tanto talento y evidenciar su potencial la Muestra Brasil abre las cortinas de los principales teatros de Rio para presentar manifestaciones artísticas de grupos y proyectos sociales, originarios de diversos Estados brasileños. Durante los días de las presentaciones también se busca crear momentos de intercambio y reflexión acerca de arte y cultura y la realidad social brasileña y posibilitar la interacción entre grupos participantes, artistas amateurs y profesionales. Los espectáculos nocturnos se realizan en espacios privilegiados, con la mejor calidad técnica disponible, proporcionando acceso al público en general y, sobre todo, a los habitantes de las comunidades populares.
La Muestra Brasil Juventud Transformando con Arte forma parte de una iniciativa más amplia: el Programa Juventud Transformando con Arte, ideado y realizado por el Centro de Estudios de Políticas Públicas (CEPP), institución sin fines de lucro con sede en Rio de Janeiro. El CEPP actúa desde 1991 en la formulación, investigación y evaluación de políticas públicas y proyectos sociales, en diversas áreas, entre ellas arte y cultura.
La 2ª edición de la Muestra Brasil será realizada del 31 de mayo al 4 de junio de 2008. Las actividades previstas son:
Espectáculos nocturnos
2º Seminario Juventud, Cultura y Desarrollo
Talleres de intercambio
Exposición de fotos Caravana de la Imagen
Invitados internacionales
Patrocinadores y socios cooperantes
Para más información: Programa Juventud Transformando con Arte www.juventudearte.org.br
Noticias de la Red: Mind and Jump the Gaps - la Red Observador Permanente del Foro de la Red Interlocal - Nuevo Logo!
"Mind and jump the gaps" es un laboratorio internacional de artes comunitarias cuyo principal objetivo es el desarrollo de un diálogo de trabajo entre organizaciones, artistas, jóvenes y líderes culturales de Latinoamérica y Europa en la temática de arte para la transformación social. Este proyecto surge como iniciativa de Diskoteater Metropolis / Schlesische 27 de Alemania y la red europea Creative Cooperations, en cooperación con la Red Latinoamericana de Arte para la Transformación Social. La propuesta es el intercambio entre Europa y Latinoamérica considerando distintas etapas de desarrollo y funcionamiento. Ya se encuentra en marcha la etapa de la formación de una plataforma de comunicación y profesionalización de jóvenes líderes. Ocho voluntarios Europeos –con experiencia en el trabajo comunitario- son recibidos en distintas organizaciones. En febrero se realizó una convocatoria entre las organizaciones fundadoras de la red latinoamericana y las postuladas para iniciar esta primera etapa de intercambio son: Circo del Mundo -Chile- El Culebrón Timbal -Argentina- APAC -Bolivia- Casa de Ensaio -Brasil- La Tarumba -Perú-. Los jóvenes participarán dentro de la organización en el desarrollo de una plataforma internacional. Además serán iniciados en la práctica de arte para la transformación social, para que puedan utilizar esos nuevos aprendizajes en sus propios proyectos en Europa. Después de 6 meses serán reemplazados por otro grupo de jóvenes.
Las próximas etapas consistirán en un intercambio entre grupos de profesionales de organizaciones de América Latina y Europa, un Simposio en Berlín y un intercambio de corta duración entre voluntarios de los dos continentes.
Para más información consultar en www.schlesische27.de o www.creativecooperations.net
La Red fue nombrada observador del foro de la Red Interlocal
En el III Foro Interlocal celebrado entre el 26 al 29 de noviembre en Escazú (Costa Rica) la Red fue representada por Rodolfo Nome, miembro del Secretariado Ejecutivo de la Red y representante Chile. Durante este importante encuentro la Red fue nombrada Observador permanente, siendo invitada a participar de los futuros foros.
Para más información sobre la Red Interlocal consultar en www.redinterlocal.org/foros
La propuesta de isologo de CRIA y del diseñador Walter Mariano fue seleccionada para representar a la Red
Presentamos el nuevo logo de la Red. A partir de la frase consensuada por los participantes del encuentro Buenos Aires noviembre 2007 de la Red, la belleza del arte es transformar al mundo: el arte es un derecho de todos, se instaló a disposición de toda la red la posibilidad de participar con propuestas para el isologo de la Red.
Agradecemos la participación de todos los diseñadores que se animaron a plasmar en una imagen el espíritu arte transformador y de Guillermo Caro de Publicitarios sin Fronteras que nos ayudó a sentar las primeras bases de nuestra imagen institucional.
Es así que la propuesta de CRIA, a través del diseño de Walter Mariano, resultó elegida por los miembros del Secretariado Ejecutivo de la Red.
Antecedentes de Walter Mariano y Gamboa Design
A Gamboa Design e Projetos Editoriais é uma empresa sediada na cidade deSalvador, Estado da Bahia - Brasil, que desenvolve projetos gráficos de impressos, sites e marcas, além de uma linha própria de produtos (camisetas).Nossa empresa procura desenvolver uma linguagem visual contemporânea a partir de uma pesquisa permanente da identidade cultural brasileira e baiana. Essa pesquisa estética e etnográfica vem se construindo ao longo de vários anos de trabalho junto a comunidades, instituições culturais, organizações governamentais e nãogovernamentais.Equipe:Walter Mariano (designer gráfico e diretor de criação)Leandro Marcondes (designer gráfico assistente)Rosana Viana (diretora comercial para os produtos Gamboa)Contatos: www.gamboadesign.com.br
Encuentros de las redes nacionales de Perú, Bolivia y Chile
Encuentro articulador de la Red Nacional de Bolivia
La red nacional continúa en el trabajo de articular y vincular a todas las organizaciones que forman parte de ella. Crearon un correo electrónico colectivo para intercambiar información y reactivar, dialécticamente, la comunicación interna. (ratsbolivia@gmail.com)
Los caminos se entrelazan abrazando la idea de construir un arte transformador. Nos miramos en nuestros propios espejos y en los espejos latinoamericanos que reflejan nuestra imagen. El arte es nuestra herramienta para hermanarnos, encontrarnos y soñar juntos… las redes nos convocan para este propósito.
Estas bellas palabras son el resultado del camino emprendido en el Simposio sobre Arte y Transformación Social que se realizó en Santa Cruz –Bolivia- en el marco del Sexto Festival Internacional de Teatro. Este encuentro fue muy especial para fortalecer el sueño en Bolivia. Retomar la red nacional boliviana es un reto súper importante para seguir caminando juntos.
Para más información visitar www.arteytransformacion.com. Sitio Web en construcción gracias a la colaboración de Gustavo Castellanos.
Encuentro Atrapasueños entre las organizaciones de Perú:
Los miembros de la Red Peruana se reunieron durante tres días en Pachacamac-Lima. Del 19 al 21 de enero 2008, intercambiaron experiencias para definir y consolidar una identidad compartida, fortaleciendo la idea común y la organización interna entre sus organizaciones. Las conclusiones más importantes de este encuentro fueron el respeto por la diversidad y la posibilidad de que cada uno pueda tener un lugar de colaboración y participación propia. Con muchas ganas seguirán juntos en la lucha por la inclusión social de las poblaciones excluidas de sus derechos básicos y la democratización de arte.
La desmesura, la confianza, el afecto… una causa común nos congrega. Juntos abrimos el imaginario con la convicción de que otro mundo es posible (Estela Paredes (La Tarumba/ Representante Nacional de la Red LA AyTS))
Para más información: www.raytsperu.blogspot.com
¿Y si planificamos nuestra Red?, Encuentro del grupo Perú en La Tarumba
Encontrar lo común porque eso nos va a unir; lo diferente nos va a enriquecer. El jueves 6 de marzo se reunieron para evaluar los temas pendientes de la Red y lograron priorizar tres puntos importantes: definir fecha periódica de reuniones y puntos a desarrollar en cada una de ellas, con respecto a las agendas cruzadas definir actividades en función de las siguientes líneas de acción: gestión de conocimiento, impacto público para visualizar el efecto transformador en las artes y fortalecimiento institucional de la Red en su conjunto y de cada organización miembro que la conforma.
Desarrollar una misión, visión y objetivos fue considerado importante, pero se coincidió en que se llegará a ello con el tiempo y con una dinámica de trabajo colectivo más natural.
Felicitaciones por este encuentro, por lograr una aplicación tan inteligente del objetivo consensuado de hacer en cada país agenda cruzada entre las organizaciones arte y transformación social.
Red Nacional de Chile: diálogo e intercambio de experiencias
Los días 7 y 8 de diciembre se reunieron más de quince artistas de diversas disciplinas, comunicadores sociales y gestores culturales en Puerto Saavedra y en la Comunidad Lafkenche de Kechukawin, novena región. Espacio de acción y reflexión, organizado por el Centro de Desarrollo Humano Karukinká, en el cual se dan los primeros pasos para ampliar la Red Latinoamericana de Arte para la Transformación Social.
Bajo la consigna del arte como transformador de la sociedad y reconstructor de identidad cultural, se reunió un grupo de artistas y gestores culturales de diversas áreas como teatro, plástica, danza, comunicaciones, artes escénicas y música provenientes de Santiago, Valparaíso, Temuco, Valdivia y Chiloé para generar vínculos y reflexionar, en la acción, desde sus colectivos o agrupaciones acerca del arte entendido no sólo como patrimonio de “artistas” sino de ciudadanos creativos que creen en la expresión como proceso de comunicación y transformación.
Durante dos días, a través de jornadas de diálogo colectivo, creaciones artísticas e intercambio de saberes con la comunidad de Kechukawin en el lago Budi, compartieron experiencias, caminos comunes, reafirmaron convicciones y definieron algunos acuerdos para dar paso a la formación de una red nacional de arte para la transformación social.
En el encuentro, a través de un “trueque cultural”, el grupo de teatro comunitario Newen Mapu de la comunidad de Kechukawin compartió una obra acerca de tradiciones originarias y luego fue el turno de los participantes del encuentro quienes plasmaron sus reflexiones en torno al arte en una creación colectiva que presentaron a la comunidad. “Esta doble dimensión entre lo reflexivo y expresivo en un mismo espacio, son las capacidades que nos inspiran para los diversos espacios de construcción social y política de los espacios que necesitamos” Afirmo Irene Tapia, Gestora Cultural de Valparaíso.
Rodolfo Nome, Director del Centro de Desarrollo Humano Karukinká y representante de Chile en la Red Latinoamericana de arte señaló que este es sólo el comienzo de un largo camino. “Durante dos días pudimos comprobar que principios como la interculturalidad, el intercambio de dones, y la convivencia entre culturas a partir de la creatividad, es posible. Compartir con la comunidad de Kechukawin, nos dio el marco sobre el cual pensamos los próximos cien años de este espacio llamado Chile que tiene que contenernos necesariamente a todos y a todas”, enfatizó.
La Red Latinoamericana de Arte para la Transformación Social nace el año 2003 y está integrada por 24 organizaciones de Argentina, Brasil, Bolivia, Chile y Perú, que realizan, en América Latina, prácticas artísticas de calidad desde la danza, música, teatro, circo y artes visuales para la generación de integración social, ciudadanía efectiva, promoción de los derechos humanos, sustentabilidad y diálogo intercultural, a través del arte.
Uno de los objetivos de esta red es ampliarse en cada uno de los países que la componen. “Con el apoyo de Fundación Avina, fuimos en busca de personas y organizaciones en el sur de Chile que utilizaran el arte como elemento de trasformación social. Después de un periplo por Concepción, Valdivia, Puerto Montt y Chiloé, establecimos vínculos con más de 15 organizaciones, todas con experiencias tremendamente valiosas, es así como decidimos realizar este encuentro”, agregó Rodolfo Nome.
Este encuentro se convierte en un primer paso de construcción de una red nacional, de identificación de personas y organizaciones que desde diversas expresiones artísticas se inspiran en la belleza del arte para la transformación social. “Encontrarse formando esta red, constituye todo un desafío, principalmente en lo que se refiere a espacios que “ciudadanicen” el tema”, destacó el director de Karukinká.
Dentro de los principales acuerdos de trabajo destaca la generación de un catastro local de nuevos colectivos o personas que desarrollen su labor en esta línea, establecer canales de comunicación y proyectar futuros encuentros de reflexión.Marcia Paredes Navarrete. Periodista. Agrupación de Teatro Social SUYAI. EnRedArte
Más información visitar el blogspot de la Red Nacional Chile: www.enredartechile.blogspot.com. Red de organizaciones chilenas que trabajan según el principio de arte, cultura y patrimonio para la transformación social.
Noticiad socios red: Intercambio entre Arena y Esteras y Yawar - Nuevos desafíos para Crear Vale La Pena - Escola de Gente en Recreando 2008
Del 02 al 16 de Enero se encontraron en nuestro país 23 integrantes del grupo teatral Yawar de Bélgica compartiendo un "Teatro sin Fronteras" con el grupo Arena y Esteras de Villa El Salvador.
Esta es una experiencia de intercambio teatral y solidaridad cultural que se inició entre ambos grupos en marzo del 2003 cuando se conocieron en el Festival de Teatro Comunitario de Rótterdam, Holanda. De allí surge la propuesta de dialogar y construir propuestas escénicas sobre un mismo tema: LA MIGRACION.
Cada grupo expresa la misma problemática desde su propia experiencia, por un lado Yawar habla del emigrante que cruza el mar hacia Europa, de esta forma nace este singular grupo compuesto por gente de diferentes nacionalidades (marroquíes, turcos, italianos, polacos, africanos, ingleses.). Arena y Esteras habla sobre la migración del hombre del campo a la capital y los desplazamientos debido a la violencia, ambos fenómenos dieron origen al distrito de Villa El Salvador, por ello Arena y Esteras, trabaja con adolescentes y jóvenes emigrantes e hijos de emigrantes de la zona andina.
Ambos grupos vienen trabajando desde hace meses y este encuentro significa la posibilidad de unir las propuestas, las cuales serán llevadas y expuestas a comunidades campesinas de Apurimac y Cuzco, además de Villa El Salvador.
Como parte del intercambio en Septiembre 10 integrantes de Arena y Esteras viajarán a Genk, Bélgica al Festival de Teatro de la ciudad.
Esta experiencia significa un logro para el teatro por abrir las fronteras, un logro para un grupo de teatro de barrio de compartir con grupos de Europa, un logro para la ciudad de Villa El Salvador cuyos pobladores tendrán la posibilidad de ver teatro internacional y sobre todo un logro para el quehacer artístico y cultural peruano que aún sin recursos logra desarrollar propuestas y construir puentes de crecimiento y transformación de nuestra realidad.
Más información en: http://es.youtube.com/watch?v=pcbA0UVdLjc // www.arenayesteras.org
Nuevos desafíos en Crear vale la pena
Luego de 10 años de recorrido, Crear vale la pena encara un nuevo desafío acompañando a los Centros Culturales Comunitarios en el proceso de convertirse en espacios autónomos de gestión. Gracias a la estrategia institucional aplicada todos estos años, “Arte+Organización social”, contamos con las herramientas necesarias para que este proceso autogestivo esté encaminado en la concepción del arte como un derecho humano y, por tanto, promover el acceso a los bienes simbólicos y el ejercicio efectivo del derecho a la expresión artística libre y creativa desde acciones de sensibilización y movilización social insertas en procesos comunitarios para la construcción de una sociedad más democrática.
A partir del año 2008, la Fundación Crear vale la pena se centrará en su programa de multiplicación y promoción de redes, dónde podrá desarrollar educación y formación artística y transmitir su experiencia a otras organizaciones y centros culturales en todo el territorio argentino.
www.fundacioncrearvalelapena.org.ar
Escola de Gente reforça atuação na América Andina
A convite da presidência da Colômbia e Fundação Avina, em parceria com Petrobras e WVA Editora, Escola de Gente participa de múltiplas ações na Colômbia e no Equador visando um desenvolvimento sustentável e inclusivo, capaz de contemplar as condições humanas em suas diversidades e situações de desigualdade.
Nas viagens, a organização disseminou o conceito de inclusão para cerca de 500 pessoas realizando palestras, Oficinas Inclusivas e lançando livros em espanhol; participou também de reuniões de planejamento e encontros envolvendo lideranças juvenis de diversos países.
A proposta de uma articulação regional que mobilize "Jovens pelo não-Discriminação" é tema central para a Escola de Gente, inserido no programa "Articulação para uma Sociedade Latino-Americana Inclusiva", desenvolvido pela organização desde 2006.
Colômbia, de 19 a 24 de novembro de 2007 - No I Encuentro Colombia Inclusiva, concebido e realizado pelo governo colombiano com o apoio de empresas e de entidades da sociedade civil local, em Bogotá, Claudia Werneck, superintendente da organização, fez uma palestra sobre "Inclusão de pessoas com deficiência na América Latina" e autografou quase mil livros, doados aos participantes do evento pela Petrobras. Os(as) Oficineiros(as) da Inclusão Danielle Basto e Ivan Kasahara realizaram três Oficinas Inclusivas reunindo jovens com e sem deficiência, atividade integrada ao encontro. A Escola de Gente também participou de um evento com lideranças comunitárias do projeto Periodista Ciudadano, desenvolvido pela DISNNET - Sociedad para Todos. Nesta viagem, muitas foram as reflexões sobre como mobilizar a juventude da América Latina para que esteja mais atenta e formada para contemplar a diversidade humana nos projetos sociais.
Equador, de 9 a 19 de janeiro de 2008 - A Escola de Gente representou a Rede Latino-Americana de Arte e Transformação Social, apoiada pela Fundação Avina, no II Encuentro de Jóvenes Lideres Recreando América Latina, em Cuenca, Equador, organizado e concebido pela ONG CIEM Aconcagua, do Chile. O encontro, patrocinado pela Fundação Avina, foi apoiado pela Fundación Waaponi, entre outros(as) parceiros(as). Nesta oportunidade, a Oficineira da Inclusão e assistente de projetos, Danielle Basto, convidada pela Fundação Avina Representação Sudeste/ DF e Nordeste, pôde conhecer mais a realidade dos países da América do Sul sob o ponto de vista de 40 jovens da Nicaragua, Guatemala, Costa Rica, Colômbia, Bolívia, Perú, Brasil, Paraguai, Equador e Chile - contemplados com bolsas para participar do evento - além de trabalhar o autoconhecimento e buscar estratégias para recriar a América do Sul.
Os dois encontros têm em comum a base para a criação de uma rede de articulação que perceba na juventude desses e de outros países da America Latina um(a) ator/atriz estratégico(a) para ações em prol de uma "Sociedade Latino-Americana Inclusiva".
"Recreando América Latina", inscripciones abiertas a jóvenes que quieren participar del Encuentro Recreando América Latina 2008 realizado entre el 10 y 20 de enero próximo en Cuenca - Ecuador. Cuenta con el apoyo AVINA.
Para los jóvenes que deseen obtener más información pueden ingresar al sitio www.recreando-la.org o dirigirse a los contactos de AVINA en cada país:
Ecuador - María Inés Vintimilla: Maria.Vintimilla@avina.net
Bolivia - Sonia Cammarata: Sonia.Cammarata@avina.net
Argentina - Gonzalo Roqué (Buenos Aires): Gonzalo.Roque@avina.net y Andrés Abecasis (Córdoba): Andres.Abecasis@avina.net
Uruguay - Leticia Carzoglio: Leticia.Carzoglio@avina.net
Brasil - Gilvan David: Gilvan.David@avina.net
Colombia - Diana Castro: Diana.Castro@avina.net
Chile - Iván Salazar: Ivan.Salazar@avina.net y Marisa Weinstein: Marisa.Weinstein@avina.net
Encuentro en Uruguay - Arte transformador en la Cumbre de los Pueblos del Sur
Desde el momento en que me senté a escribir esta crónica, en la habitación vuela un colibrí. Símbolo del amor, para mí, por asociaciones con mi historia propia, con su poderosa fragilidad, su modesta excepcionalidad, su capacidad de realizar un esfuerzo enorme tan sólo para dar sentido a su existir e ir por el mundo llevando simiente y alegría de flores, regalando irresponsablemente belleza y ternura). Me asustó primero el riesgo de su dolor, ya que -en su desorientación- restregaba las alitas contra el techo sin encontrar la salida. Cuando pude contactar lo poco de sabiduría que he conseguido reunir, lo dejé en paz, cesé en mi intento de salvarlo (que probablemente lo mataría), y dejé su destino en manos de Quien escribe toda historia. Firme el tipo en su inexplicable decisión (por algo lo adopté como símbolo), paradito sobre el marco de la puerta abierta al jardín, se empeña en acompañarme en lugar de volver al que yo creía era su mundo.
(...)
No hay caso: de sabio, nada. Desesperado por su encierro y un riesgo que sólo existía en mi cabeza, encontré la forma de llevarlo al jardín y “liberarlo”. Quiera la Vida confirmarme que devolví un maravilloso pedacito del amor al mundo.
Arte en la Cumbre
Lunes de mañana. Llegué a la Facultad de Humanidades temprano y sin mucha idea de origen, formato, objetivos ni contenidos de la convocatoria de lo que resultó ser la Cumbre de los Pueblos del Sur, donde participaría, por primera vez en Uruguay, la Red Latinoamericana de Arte por la Transformación Social, representada por varias organizaciones sociales locales: SaludArte, La Mancha, Taller Casa de Berro y Mundo Afro. El evento contaría también con la presencia de la socióloga y bailarina argentina Inés Sanguinetti, cordinadora de dicha Red.
- “Tranquilo”, me dije y conseguí una acreditación y -de yapa- una bolsa donde estallaba, desafiante, el slogan del encuentro: “Todos los pueblos, toda la esperanza”.
Los corredores de la Facu tienen ese qué sé yo
Con cierto aire de curiosidad, me dediqué a recorrer el edificio. La multietaria y variopinta concurrencia sumó desorientación a mi nada original intento de captar lo que allí sucedía. Por aquí un pantalón que reunía en imposible terna una silueta de la Muerte, el símbolo de la Tríada (popularizado en los 60’s por los hippies) y un cartel de Hang Ten, por allá una luenga y gris ex cabellera recogida en una coleta que destacaba, impiadosa, la capilarmente desierta vecindad. Acuquí uno luciendo un stendahliano y coqueto conjunto Quicksilver rojo y negro de bermuda surfista y remera haciendo juego, completado con gorro con la visera hacia atrás. Acullá varios con banderas desconocidas a guisa de poncho, por todas partes barbas sesentistas en caras (iba a decir cabezas pero se puede tomar a mal) sesentistas, ochentistas y hasta noventistas. Un señor bien mayor destaca por su Panamá beige bajo techo, mientras Juan Castillo, Secretario General del PIT CNT, termo multicolor a la espalda y Nokia inacallable en mano, atiende a la Prensa frente al stand de la Editorial Arcano; instalado extrañamente frente al Aula Ángel Rama (fundador de Arca), y en cuya oferta me dediqué, juguetón, a reunir parejas: Mario Bardanca (Yo Paco) y Brian Weiss, Goleman y Mauricio Rosencof, Paulo Coelho y Zabalza, Ramón Díaz y Fernández Huidobro. Cosas veredes, amigo Sancho.
Se vinieron nomás
Con el frigor (mezcla perfecta de flexibilidad y rigor) que caracteriza a los miembros de SaludArte, a la hora señalada en el programa para el comienzo de las actividades Virginia y Gonzalo estaban llevando color y alegría a la (escasa) concurrencia puntual, y el suscrito tomando notas y aprendiendo. Mientras Gonza fluye por el espacio (menos sensual, tal vez, en su funda clown), un pibe sonríe ante el embate alegrador de nuestra payasa mariposa violeta. Tras un minuto, acepta el desafío, descruza los brazos y se entrega a la frescura de la propuesta. Después mira bien, y su sonrisa cambia de tono, al igual que su interés. Virginia, esquiva (mujer al fin) y profesional, busca y encuentra otras flores menos feromónicas.
Cada día te quiero más
Súbitamente, la aguja de mi sorpresa salta hasta el tope: la barra de la Ámsterdam se acerca entonando un cántico desconocido para mí. La proximidad del Palacio Peñarol (stand up, please) me debe estar jugando una broma, pensé. Es imposible: lunes, y de mañana ¡No way! La melodía y el coro, sin embargo, son inconfundibles. De golpe, hilachas de la letra de la canción penetran en mis oídos, anudando las trizas de mi despoblado entendimiento, y al son de “... por eso yooooo te quiero daaaaaar... algo de corazóoooon...” se suman algunas palabras sueltas. Patria. Grande. Justa. Socialista. Revolución. Fidel. Liberación. “...Para cada imperialista tenemos el paredón”. Recórcholis. La antigua rima en nuevas gargantas. La palabra más repetida en las distintas letras no rima pero es consonante: Chávez. El pasacalle que portan los bullangueros participantes (en el que se reúne la segunda terna desorientadora: San Martín, Evita y el Che) informa que la Juventud Libre del Sur, Seccional Avellaneda, ha llegado a regalarnos sus cantos y colores, la certeza de que el Capitalismo está próximo a caer presa de sus propias contradicciones, y -last but not least- a hacer que la actividad formal comience en la sala principal. Las tacuaras velan, a un lado del salón, todos se sientan, y reciben con fe y estoicismo los correspondientes discursos, calurosos pese a la canícula.
Finalizada la instancia de bienvenida formal, la gente de La Mancha organiza una ruptura de hielo y presentación en parejas reunidas al azar. A las doce la concurrencia se dispersa en los Talleres, no sin antes acordar enviar una carta de notificación de su agravio por algunas resoluciones que firmarán esa tarde los Presidentes en la reunión del inexorable (y nunca bien enterrado, agrego) MERCOSUR, e invitar a celebrar el procesamiento con prisión del Gral. Gregorio Álvarez.
Medio ambiente desarmado
Los payasos de SaludArte estaban preparados para trabajar con el Taller de “Desarme y desmilitarización”, pero el aula asignada, ayuna de visitantes, era un terreno poco fértil aún para su potente simiente alegradora, por lo cual... carrera, march, a cambiarse corriendo para “Medio (o, agrego) Ambiente. Nuestra solitaria preocupación por el horario permitió que llegáramos antes que la mitad de los integrantes del Taller, quienes recibieron con inicial asombro no exento de dureza, indiferencia, sonrisas genuinas y de las otras en algunos y algotros, una graciosa “conferencia” intitulada “Breve Historia de la Creación, Capítulo 1”, destinada a arrojar luz sobre la Evolución, el Hombre y el Medio Ambiente (que nos va quedando); en cuyo transcurso el hielo sobreviviente en algunos rostros y actitudes pareció sufrir las consecuencias del efecto SaludÁrtico.
Despedidos con un aplauso de agradecimiento (o alivio, chi lo sá), los actores cambiaron nuevamente sus atuendos para dirigirse ahora sí al Taller (¿des?) beligerante. La recepción fue más cálida y participativa, pese a que en este caso los payasos interrumpieron el desarrollo de un trabajo por demás “serio”. Con un strip tease (también ideológico) de por medio, fueron avanzando desde los lentes Ray Ban negros de montura dorada, corbata y bastón de mando, hasta las rastas, las babuchas turquesa y la sonrisa. En realidad quien así cambió fue Gonza, mientras el público proponía formas de “desmilitarizarlo”. La semilla se hizo flor cuando alguien propuso recordar a Paulo Freire, quien recomendaba “liberar al opresor”. El trabajo se cerró con un brindis “a lo macho”, con unos tragos del pico de un muy venezolano ron Cacique.
Almuerzos contestatarios y payasos
La pausa del mediodía sirvió para que Angie y Daniel, la nueva dupla de payasos, trabajaran en medio de un combate donde las víctimas del ataque voraz de parte de los concurrentes eran unos contundentes sándwiches de queso y fiambre, ayudados a descender con libaciones de negras bebidas de satánico origen, en rojiblanco vaso de plástico con logo al tono. Nuestros presuntos combatientes por la alegría generaron primero dudas y luego adhesión en una mesa de representantes argentinos, a quienes gustó la presencia de SaludArte en la Cumbre, por original y bien llevada a cabo; para luego dedicarse a mortificar a la concurrencia, consultando acerca de algunos términos incorporados en la folletería disponible. Sólo uno alcanzó a responder correctamente qué era un etnocidio, pero la insistencia de su interlocutor le impulsó a cortar el diálogo y huir murmurando imprecaciones.
Siga el baile, siga el baile...
A las 15.30, dado que no había previsión al respecto, el elenco de Danza Espontánea de SaludArte y la gente del Taller Casa de Berro (quien debía preparar la base de un mural participativo) “ocuparon” el espacio libre bajo la escalera del primer piso; y en ese marco de singular simbiosis dieron comienzo a su trabajo. Sin amplificación ni anuncio oficial, las únicas fuerzas convocantes eran el talento y la decisión, que dijeron presente una vez más y consiguieron la atención de la totalidad de los que aún no iban a sus Talleres (o prefirieron quedarse, vaya uno a saber).
- ¿Cómo están?- preguntó Rasia, luego de contar a los allí presentes de qué se trataba la propuesta.
- Cansados, fue la sorprendente respuesta. El público es joven y son las primeras
horas de la tarde. Algo anda mal en esta Dinamarca posmo. Sale la primera escena.
No alcanzo a escuchar el diálogo que da lugar a una “máquina” de desunión, improvisada por los bailarines-actores. Tras nueva invitación a que el público se manifieste, vienen unas palabras clave más acordes con lo previsible. Triunfa “Esperanza”, y sale un “modelado” con fritas, fondo de guitarra roja y guitarrista en negro, comme il faut en este marco. Aclaremos: la “máquina” y el “modelado” son formas de la Danza Espontánea que sirven para recrear de forma improvisada e instantánea lo que cuenta el público.
Resistencia. Organización. Son las nuevas claves ofrecidas por la audiencia. Surge una escena, fluida y contundente al punto de dejar perplejo y sin reacción ni aplauso a un público más que amigable. Touchées.
Lucha. Equidad. Amor, las tres patas de la Cumbre. Rasia pide entonces al público las características de cada una. La lucha se quiebra, la equidad es ciega, justa y difícil, y el amor justo y tres in: intangible, inconmensurable e incondicional (a mí me parece que esto último es una contradicción, pero... vox pópuli, vox Dei).
Como siempre, la gente eligió a quienes representarían cada sentimiento o idea. La Lucha resultó muy masculina, pero se apoyó en el pequeño y frágil cuerpo del Amor, mientras -adecuadamente andrógina y libre- la Equidad se elevaba y caía en su batalla existencial. El final, poco adecuado para algunos participantes del público, obligó a rehacer la escena, permitiendo que Amor y Equidad sobrevivieran, sin espada tras la lucha. Tal vez no escuché bien, pero... ¡me gusta!
- ¿Qué nos queda de este encuentro, qué nos llevamos de la Cumbre?- pregunta Rasia.
- “Motivación. Dudas. Escuchar frases vacías y discursos políticos repetidos por correctos. La Esperanza primigenia, la fe en sí mismo, en la gente, nosotros. Todo es tan complicado, somos todos tan distintos...”, dicen algunos jóvenes allí presentes.
Seba improvisa, participa todo el elenco, y la gente, con su atención que no decae casi en ningún momento.
Dar y recibir (que no para)
Las anécdotas y/o reflexiones que aporta cada integrante de SaludArte son un verdadero regalo. Curiosa mezcla de enfoques, puntos de vista, edades, géneros y tesituras, dan una mezcla siempre nueva y perfecta, que cumple con la misión introductoria a la vez de enriquecer el encuentro y a sus participantes. Como contraparte reciben del público un progresivo desmoronarse de “muros”, que -a cambio de una alegría y frescura reencontradas- entrega ese inconfesablemente necesario aletear de manos palomas al decir de Julio Julián, que vuelan desde el corazón propio en busca del artista para decirle “Llegaste. Gracias”.
Esta vez comenzó Virginia recordando la discriminación sufrida por un participante del Foro de Porto Alegre en el 2005, y la actitud de fea indiferencia de muchos compañeros, insospechables en lo previo; seguida de Ale, a quien Seba le contó que hay que abrazarse al menos cinco veces al día para bajar el riesgo cardíaco. Las escenas que crearon hicieron ácido foco en las actitudes presuntamente esperables de parte de nuestros pares, y las presuntamente sensibles basadas en la ambición. Gonzalo recordó también una experiencia en el Foro Social 2005, donde -al ser exhortados a mencionar algo del país de los demás- al referirse a Uruguay un dulce y delicioso francesito dijo con frescura digna de la mejor confitería: “Chávez”. Voilá la culture.
Estos artistas son verdaderamente especiales. La otra vez, en plena sede del sindicato Médico, Sebastián le dijo a semejante público que no creía en las enfermedades crónicas. Ésta vez fue el turno de Gonzalo, quien -en un libérrimo ejercicio de casi suicida honestidad- soltó un “... no creo en la política...” ante un público altamente politizado. En mi memoria de vidas pasadas resonó el crepitar de la hoguera y el consabido “Salva tu alma” que no evita la quematina pero asegura un terrenito en el Cielo. Sin la estridencia de una sirena de bomberos pero con eficacia de manguera, completó la afirmación con un “... pero creo en la integración, y como el tema de uno de los Talleres es “Cuerpo, política e integración...”, dejando abierta la puerta de intentarlo a través de la danza de los pueblos. Lo salvó la campana de su velocidad mental, o la serena potencia de cualquier opinión engarzada en franqueza, decisión y respeto.
Viendo que no hay purificación por el fuego de los herejes, Seba aprovecha para redoblar la apuesta señalando que él tampoco cree en la política ni en la obligación de integrarse pero sí en la importancia de conocerse; paso imprescindible “...para elegir integrarnos si nos parece bien”. Seguramente esto no está ni estará en las Actas de los sucesivos intentos o inventos declarativamente integradores, y no por falta de mérito. Cerró su intervención con un broche aún más temerario: “A la política habría que hacerle un trasplante de cerebro”. ¿O será de corazón, Seba?
El que no precisa trasplante alguno es Jorge (guitarrista y cantor en la ocasión) quien se suma al lote (“... de política... poco”), explica que sabe por qué viendo los informativos y cuenta que con sus “herramientas” se comunica mejor. Ya decían Gerry Mulligan y el gran Astor que si los embajadores fueran músicos no habría guerras.
Rasia aportó un enfoque diferente: “Quiero destacar, con gratitud, el inmenso valor que ha tenido en mi vida el movimiento político de las mujeres (al que se sumaron algunos hombres) que lograron identificar las opresiones de género y aún siguen luchando por la equidad y por transformar la sexualidad en una experiencia más libre y placentera”.
Con todos estos aportes y las escenas consiguientes no fue extraño que volviera a surgir del público iniciativas que apuntaran a reconocer la Unidad (Cuerpo, Mente, Espíritu, y a una Política en rueda (no vertical), como los ancestros.
La escena “Asamblea en el bosque porque el maíz no crece por falta de lluvia”, ubicada en un bosque, contando de un caprichoso maíz que no sabe de fronteras (políticas ni mentales, si es que alguna no lo es), cerró el trabajo del día. Nadie se movió hasta que finalizó la síntesis de lo creado entre todos, que recibió el esperado premio del aplauso general, también de todo el elenco, en reconocimiento por su adhesión y participación.
El sol no nos lo dice, pero llegó el final
Lentamente el grupo se disuelve y nos vamos cada uno a lo que hay que hacer, alguno tal vez con la resaca a cuestas.
La oportunidad de participar activamente en el desarrollo de la “Cumbre de los Pueblos…” vino como anillo al dedo pues significaba una estupenda ocasión de chequear si era posible ir dando algunos pasitos en el largo camino de incorporar el arte a las actividades “serias”; sonreír, bailar y payasear en lugares donde se tratan temas tan “importantes” para transformar algo.
SaludArte es un espacio libre, donde la importancia de la ideología de las personas pierde pie frente al peso de su corazón y su talento. Sabiéndolo, nuestra tarea implicó un doble desafío: hacer que nuestra escritura se integrara suavemente, caminando a ciegas por el campo cargado de significaciones.
Celebremos. Cada uno de nosotros puede sentir en lo más profundo la satisfacción del deber cumplido. Arte, Política, Lucha, Amor, Sociedad y Liberación se abrazaron, cantaron y bailaron en un día en el que el sol parecía sonreír complacido de ver que semejantes locos (nosotros todos) todavía andan por el mundo y son capaces de encontrarse, reunirse, soñar, compartir sueños, pan y vino.
Gracias. Muchas. A todos. A Todo.
Montevideo, diciembre de 2007
SaludArte
Clausura del invierno creativo en la tarumba
Durante las clausuras vimos a niños caminando sobre un alambre, colgándose de un trapecio, interpretando un tema musical, sosteniendo un comportamiento diferente al propio, pero -por encima de eso- vivos a niños disfrutando del intercambio de energías, a niños capaces de transmitir con la mirada toda su alegría.
La alegría continuará durante el verano y será mayor aún, ya que La Tarumba abre nuevos espacios y nuevos horarios.
Para mayores informes visitar: www.latarumba.com
La orquesta de barro en el Museo de la Nación

Arpegio logró que profesores y músicos profesionales impartan sus enseñanzas musicales gratuitamente, convirtiendo el arte y la música en parte fundamental de la vida de los niños que participan en el proyecto, proyectando nuevas perspectivas en sus vidas.
La Orquesta de Barro se presentará el 19 y 20 de diciembre, en el Museo de la Nación. Los jóvenes músicos que Arpegio formó tocarán junto a los experimentados músicos de la Orquesta Sinfónica Nacional. Indudablemente, una experiencia transformadora para todos.
Arena y esteras presente en la 1º jornada de reflexión y debate sobre festivales de arte social y acción comunitaria en Barcelona, España
Del 28 de Noviembre al 10 de Diciembre Ana Sofia Pinedo, integrante de la Asociación Cultural “Arena y Esteras” de Villa El Salvador, Perú participó en “la I Jornada de Reflexión y Debate sobre Festivales de Arte Social y Acción Comunitaria” realizada en Barcelona, España.
Dicha actividad fue organizada por FARTS (Festival de Arte Social de Santa Coloma de Grammanet) y SOCART (Soy Arte por su traducción al castellano) y contó con el apoyo del Ministerio de Educación de España.
La participación de Ana Sofia tuvo un rol preponderante pues, fue presentada como la organización que dio origen al Festival FARTS en el año 2002 cuando el grupo de voluntariado SAHBI propone este festival al Ayuntamiento en vista de la visita que el grupo “Arena y Esteras” haría a Santa Coloma como parte de su gira por Europa.
Fueron en total 14 experiencias las que se expusieron en la jornada, representando a Barcelona, Sevilla, Zaragoza, entre otras ciudades de España, además de Perú y Colombia.
Cabe destacar el enorme interés suscitado ante la experiencia de “Arena y Esteras”, de cómo surge el grupo en medio del conflicto armado a comienzos de los años `90 por la voluntad de un grupo de jóvenes unidos por la amistad bajo el lema “Por el Derecho a la Sonrisa”, así también de cómo se plantea la acción artístico-cultural como un instrumento que aporta al desarrollo de una comunidad y por ende, es asumida como una posición social y política clara: no a la violencia, sí a la vida!!!
De esta manera Ana Sofia expone su experiencia del Festival de la Escuela Rodante, la filosofía de hacer del espacio vital de la gente, es decir las calles, plazas y patios de escuelas, los escenarios para sus representaciones; de cómo son los adolescentes nacidos y crecidos en el distrito con las precariedades que esto significa, los verdaderos artífices de este festival, haciendo la gestión con el dirigente, poniéndose los zancos o enseñando a los niños sobre sus derechos a través de títeres hechos de botellas de plástico.
Un merecido reconocimiento a “Arena y Esteras”, a quienes hemos conocido hace años y de quienes no deja de sorprendernos su fuerza en asumir el arte y el trabajo comunitarios como sus armas en la lucha ante la pobreza, la injusticia y las desigualdades sociales.
BOLAROJA en Belén
Bolaroja es una organización de clowns de hospital. Intervienen en diferentes ámbitos y poblaciones buscando mejorar la salud mental de las personas. ¿Cómo unos clowns podrían mejorar las condiciones de vida de Belén?
Hunter “Patch” Adams, Bola Roja, la Organización Panamericana de la Salud (OPS), y la Universidad Peruana Cayetano Heredia, se juntaron para experimentar una alternativa: Involucrar a la población para cambiar su entorno urbano a través de una acción lúdica.
Durante varias jornadas de trabajo comunitario, los habitantes de Belén junto con clows provenientes de diferentes lugares del mundo-a punta de brochas y pintura- inyectaron de vida las fachadas de las casas del barrio. Así, a partir de “cambiar la cara” de Belén, a través del humor, la creatividad, el arte y el amor se ha generado procesos participativos para revisar y actuar ante otros temas fundamentales para la población, como: nutrición, agua y saneamiento, prevención de ITS y VIH/sida, lucha contra la drogadicción, salud ambiental, violencia contra la mujer, niños y niñas, entre otros.
En diciembre se realizará una nueva jornada de encuentro entre los actores del proyecto; así, se buscará concretar el establecimiento de una casa comunitaria que se convierta en un foco de desarrollo para la localidad.
Intercambio de escuelas de Alemania /Argentina Proyecto “Tu Mundo, Mi Mundo, Un Mundo” Organizado por Crear vale la pena
A través del proyecto “Tu Mundo, Mi Mundo, Un Mundo” 6 escuelas y organizaciones sociales de Argentina y Alemania

de las ciudades de Buenos Aires y Kiel realizaron un intercambio artístico-audiovisual durante 6 meses que concluyó en diciembre. La actividad incluyó talleres de creación de títeres y de videos sobre temas como la discriminación, la violencia, la amistad, la confianza, entre otros.
www.crearvalelapena.org.ar
La Compañía de Teatro del Oprimido “El Infierno de los Vivos” de Crear vale la pena presentó su obra “Qué onda con Borges?”
La compañía "El infierno de los vivos" recientemente creada salió a escena en la Secretaría de Cultura de la Municipalidad de San Isidro con una de sus obras “Qué onda con Borges?”, con su propuesta teatral basada en la técnica del teatro del oprimido, invitando al público a tomar la palabra y convertirse en espect-actor.
Informes en:
www.elinfiernodelosvivos.blogspot.com
www.crearvalelapena.org.ar
Nuevo espectáculo “Payasos Autoconvocados” Presentado por La Grieta
Un nuevo espectáculo varieté de payasos fue presentado por La Grieta Cultura sin Moño en Rosario con banda y artistas invitados.
Informes: lagrieta@tau.org.ar
La Red suma en Argentina a dos nuevos miembros nodo Inter-red Cre-arte y Música Esperanza
Cre-arte es un centro cultural para personas con discapacidad en situación de pobreza creado en 1995.
Contacto: Luis Suero / www.cre-arte.org
Centro Andino para la Educación y la Cultura (CApEC) "Música Esperanza"

agentes sociales desde la Tecnicatura en Promoción Socio-Musical, aporta complementos culturales, artísticos y técnicos a la educación pública de niños a través del programa de Estimulación por el Arte para niños; fomenta espacios de fraternidad e integración con países vecinos mediante el programa Embajada Musical Andina; investiga y registra tradiciones musicales y festivas de la provincia mediante su participación en el programa “La voz de los sin voz”, UNESCO de Cancillería Argentina.
Contacto: Susana Moreau / www.capec-tilcara.org
Compa – Teatro Trono realiza la Caravana de los Abrazos Para la sensilización de jóvenes del sur del país
Compa Teatro Trono está realizando una gira por ciudades y pueblos del Sur del país a través del Teatro Camión, con “Hoy se sirve” una pieza teatral inspirada en las constantes luchas sociales que procuraban cambios profundos arrebatados por círculos de poder.

Deambulando por plazas y calles, en un contexto tan difícil, pensar en los abrazos es un estímulo para acercarse al Otro, para sentir que todavía es posible soñar. La caravana es co auspiciada por Julio Cesar Fernández Paz, Director de Radio Fides de Tarija
www.compatrono.com
Caravana de Sensibilización del Grupo Brasil de Arte y Transformación Social “A arte tem o poder de unir!”
Jóvenes de Bahia - Projeto Axé, CRIA, Cipó - fueron al Mato Grosso do Sul - Casa de Ensaio – llegando hasta el VII Acampamento Latino-Americano da Juventude

en Icapui – CE donde encontraron a otros jóvenes de Fundação Brasil Cidadão y Fundação Casa Grande y como punto final arribando al V Encontro Ser-tão Brasil.
La caravana enarbolaba el manifiesto artetransformador con una provocación: o que a arte ensina e transforma? / ¿qué nos enseña el arte, qué transforma? "A gente pega o bonde andando e não cai. Parece que a gente se conhece há séculos porque estamos abertos a conhecer coisas novas. A arte tem o poder de unir!"
Llegada a Casa de Ensaio - Campo Grande/MS
Aproximadamente 70 jóvenes de Casa de Ensaio y de IBISS participaron del Taller de Sensibilización de la Red Latinoamericana de Arte para la Transformación Social. Durante ese encuentro el Manifiesto de la Red fue vivenciado por los grupos presentes a través de talleres de danza, música y percusión.
10º Acampamento Latinoamericano de Juventude

El Campamento se apoya en principios universales como la democracia, la participación, el respeto de las diferencias, el medio ambiente, la pluridad cultural y política. El arte y la condición de ser joven también formaron parte del debate.
Este encuentro fue una realización de las ONGs Solar, Fundação Brasil Cidadão, Associação Caiçara y Centro de Desenvolvimento Municipal Vento Leste.
http://www.acampamentoicapui.com.br
http://www.brasilcidadao.org.br
V Encuentro Ser-tão Brasil
http://encontrosertaobrasil.wordpress.com
Circo del Mundo presentó el XIII Encuentro de Circo Social “El Circo de la Alegría”
Se realizó el XIII Encuentro de Circo Social "El Circo de la alegría”

que convoca cada año a todos los niños que participan de los programas sociales del Circo del Mundo y que convocará este 2007 a 125 niños y sus familias. El Circo del Mundo abre así un espacio de protagonismo para los pequeños.
www.elcircodelmundo.com
La Red Arte y Transformación Social de Chile reunió a sus organizaciones Norte y Sur

Chile, Viernes 7 de diciembre
Karukinká, Núcleo de Gestión y Representante País por Chile de la Red Latinoamericana, convocó a organizaciones ATS del Norte y Sur de Chile con el apoyo de Fundación Avina para comentar las conclusiones del reciente encuentro de Buenos Aires de la Red y debatir qué organizaciones se sumarán como nuevos nodos Inter.-red a nivel chileno. La Red Chile de AyTS está conformada por: Centro Cultural Playa Ancha, Civita, Cet Sur, Circo del Mundo, Ciklos y Karukinká.
www.karukinká.org
Caja Lúdica realizó su Comparsa Anual Chitic

Diciembre, Guatemala
Como lo viene haciendo desde hace unos años, Caja Lúdica organizó la Comparsa Chitic donde invocó a sus ancestros mayas como parte de sus actividades de rescate de memoria a través de su colectivo lúdica-acción-participación invocando a Popol Vuh. “Hunajpu el abuelo sol e Ixbalanque la abuela luna bailaron el Chitic, baile del que anda en zancos…”
www.cajaludica.org
Generarte realiza una función especial de “Aventuras en los Andes Mágicos”
El sábado 15 de diciembre Generarte realizó una función especial de “Aventuras en los Andes mágicos” adaptación de la novela de
Oscar Colchado, en el Centro Cultural de la Pontificia Universidad Católica y en la Alianza Francesa finalizando una exitosa temporada. Participaron 14 niños y adolescentes de la escuela artística Puckllay, de Lomas de Carabayllo, quienes vienen formándose exhaustivamente desde hace cuatro años en diversas disciplinas artísticas. Informes en: www.generarte.org
1° Festival de Artes Sinérgicas e Improvisación organizado por Saludarte
Red de Football Callejero suma a Mundo Afro como nuevo miembro

Noviembre 2007
Mundo Afro se acaba de sumar a la red de football callejero, Street Football Network como miembro de la “Red Sudamericana de Fútbol Callejero“ que acaba de organizar en Paraguay el Segundo Encuentro Sudamericano de Fútbol Callejero entre el 26 de noviembre y 2 de diciembre con apoyo del Centro para el Desarrollo de la Inteligencia. Mundo Afro está trabajando en la construcción de una red nacional de football en Uruguay.
Mayores datos en:
www.streetfootballworld.org
www.mundoafro.org
Encuentro Artetransformador Buenos Aires 2007 Secretariado Ejecutivo y Núcleo de Gestión

Octubre 31-Noviembre 4, 2007
Durante casi una semana se juntaron en Buenos Aires los representantes país de la Red y el Núcleo de Gestiónde la Red en Buenos Aires con la nueva plataforma de coordinadores nacionales incluyendo a: Estela Paredes y Paloma Carpio de La Tarumba de Perú, Rodolfo Nome y Dina Guarda de Karukinká de Chile, Ivan Nogales y Raquel Romero Buezo de Compa Teatro Trono de Bolivia, Maria Eugenia Milet, Scheilla Gumes y Vania Medeiros de Cria de Brasil, Inés Sanguinetti, Sandrine Crisóstomo y Carina Morillo. Entre los invitados internacionales estuvieron Ulrich Hardt de Schlesische 27 y Christine Florack de Alemania, Edda Rodríguez de Teatro Giratablas de Costa Rica, Rosa Chavez de Caja Lúdica de Guatemala, Rasia Friedler de Saludarte de Uruguay, Alvaro Restrepo y Marie-France Dileuvin del Colegio del Cuerpo de Colombia y representantes Avina de Argentina, Brasil, Colombia y Puentes Internacionales.
El encuentro incluyó las siguientes instancias:
■ Reuniones internas del Secretariado Ejecutivo y Núcleo de Gestión
■ Reuniones preparatorias del Festival de Berlin 2008 y del proyecto de voluntariado internacional Mind and Jump the Gaps con sus co-organizadores Ulrich Hardt de Schlesische 27 y Christine Florack de Next Interkulturelle de Alemania.
■ Visita de participantes internacionales de Mesoamérica: Edda Rodriguez de Teatro Giratablas de Costa Rica, Rosa Chavez de Caja Lúdica de Guatemala y Rasia Friedler de Saludarte de Uruguay.
■ Taller creativo para la creación de imagen institucional con Guillermo Caro de Publicitarios sin Fronteras
■ Primer presentación institucional conjunta del Secretariado Ejecutivo ante Secretaría de Cultura de la Nación con agregadurías culturales de países miembros
■ Presentación artística del Colegio del Cuerpo de Colombia en el Teatro del Globo en conjunto con la Embajada de Colombia
■ Participación de otras redes y contactos estratégicos: Red Cultural Mercosur, Red Internacional Ecoclubes, Asociación Cristiana de Jóvenes y LGT Venture Philanthropy
■ Visitas a las sedes de los socios Argentina de la Red
Puntos sobresalientes del encuentro:
Legalidad de la red
- Se formalizó un convenio y un código ético de funcionamiento - Se definió contar con tres categorías de membresía: - Miembro fundador: las 24 organizaciones fundadoras de la Red. - Miembros nodo inter-red: organizaciones capaces de llevar adelante activamente el diálogo con la plataforma internacional y la construcción de redes locales (las organizaciones fundadoras si cumplen con este compromiso tienen este carácter y las nuevas nodo inter-red serán aprobadas por el Secretariado Ejecutivo) - Miembros: todas las organizaciones sumadas por invitación de nodos intered. - Amigos de la red: personas u organizaciones que apoyen las acciones de la Red - Se ratificaron los mecanismos de incorporación de nuevos socios apadrinamiento y acompañamiento por un socio; vínculos a través de relaciones que pueden dar cuenta de procesos de intercambio; pueden asociarse a la red redes u organizaciones; los nuevos socios de la red tiene que ser el resultado de iniciativas colectivas de promoción del cambio social comprobada. - “Somos una Red en expansión con 24 organizaciones fundadoras”:
Incorporación de nuevos países miembros

- Se incorporó formalmente Centroamérica y Uruguay a la Red. - Se establecieron las primeras bases de conocimiento de Colombia a través de la presencia del Colegio del Cuerpo de Cartagena de Indias, que ofreció una presentación artística en el Teatro del Globo, y talleres de intercambio. La Embajada de Colombia recibió a todos los participantes del encuentro en la residencia del Embajador en
Nuevo proyecto Latinoamérica-Europa en marcha - Proyecto Mind and Jump the Gaps de voluntarios internacionales en artes comunitarias

- Avina Stiftung (Suiza) aprobó apoyar la infraestructura europea del proyecto que posibilitará lo siguiente a las organizaciones miembros de la Red durante el 2008: - que 16 organizaciones de la red reciban a jóvenes líderes europeos capacitados en artes comunitarias durante 7 meses - que 4 organizaciones de la red participen de intercambios de metodologías con 4 organizaciones pares de europa en 2 programas de intercambio 2x2 - que algunas organizaciones de la red reciban voluntarios europeos - Se lanzará una convocatoria en diciembre/enero para
Inicio de acciones en torno a la gestión del conocimiento de la Red
- Cedes- Centro de Estudios de Estado y Sociedad de Argentina coordinará la recopilación de evidencia académica sobre el arte en procesos de desarrollo social.
Alianzas con el estado

- Arranque del plan trabajar conjuntamente con gobiernos propios en el fortalecimiento de nuestras organizaciones locales.
- Se realizó una reunión en Secretaría de Cultura de la Nación Argentina con representantes de gobiernos y de la Red: como resultado se contemplarían los proyectos de la Red dentro del marco del Mercosur Cultural.
Comienzo de nuevas alianzas
- Con Red Cultural Mercosur; Asociación Cristiana de Jóvenes; Red Internacional Ecoclubes y Central de Trabajadores Argentina y red latinoamericana de centrales de trabajadores - El encuentro incluyó reuniones con Miguel Blasco de Asociación Cristina de Jóvenes, Ricardo Bertolino de Red Internacional de Ecoclubes y la presentación de la Red en la Asamblea Anual de la la Red Cultural Mercosur
Imagen de la red

- Se definieron en un taller participativo ofrecido por Guillermo Caro de Publicitarios sin Fronteras las bases para una futura imagen de la red - Antes de finales de año se definirá el isologo de la red - Se definió por votación de mayoría el mensaje de la red “La belleza del arte es transformar al mundo” (bajo el concepto que: el arte es un derecho de todos)
Festival de Berlin:
Durante el encuentro se avanzó en la organización de este festival, sin embargo al momento de editar este newsletter se recibió la declinación de la Kulturstiftung des Bundes a apoyar el festival. Siendo la KSB un financiador clave y dado los tiempos de preparación requeridos por el festival, no se continuará con esta acción en el plazo previsto para junio 2008.
El Encuentro Buenos Aires 2007 de la Red en la prensa
Página 12 de Argentina acompañó el encuentro de la Red y destacó su iniciativa en un artículo extenso publicado por Facundo García el jueves 8 de noviembre. http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/espectaculos/2-8218-2007-11-08.html Red Andi compuesta por doce de agencias de noticias por los derechos de la infancia también difundió el encuentro junto a otros medios como Radio Nacional y Fundación Diario La Nación.
http://www.redandi.org/verPublicacao.php5?L=ES&idpais=&id=5245
La Red representada por Karukinká en el III Foro Interlocal en Escazú, Costa Rica

26 al 29 de noviembre
Rodolfo Nome de Karukinká/ Miembro del Secretariado Ejecutivo representará a la Red como invitada especial en el Foro Interlocal III de Costa Rica que abordará el tema “Cultura y Gobierno Local: " Construir Ciudadanía". Se discutirán la cooperación en redes culturales, la cultura como recurso para el desarrollo y se definirán objetivos para los próximos años.
www.redinterlocal.org/
Crear Vale la Pena celebra sus 10 años Con un ciclo exclusivo de conciertos en el Teatro IFT de Buenos Aires

Noviembre 2007
Cuatro divas de la canción argentina Adriana Varela, Liliana Herrero, Susana Rinaldi y Teresa Parodi se sumaron a la celebración de los 10 años de Crear vale la Pena con el ciclo “Ellas suman su voz, sumate vos”. Serán acompañadas por presentaciones artísticas de jovenes de Crear Vale la Pena.
www.crearvalelapena.org.ar

